“Feito é melhor que perfeito.”

Quantas vezes deixamos de fazer algo por não encontrarmos as condições perfeitas? Faço-me essa pergunta quase que diariamente desde o dia em que disse para um amigo: “feito é melhor que perfeito.”

“Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço.” Meu amigo poderia ter me respondido assim, e muito embora eu não tenha recebido a resposta que merecia, instantaneamente pensei: já desisti de fazer tantas coisas importantes para mim por achar que não tinha condições suficientes para fazê-las.

Todos sabemos que a perfeição está no plano inatingível das ideias, isso é fato. Entretanto, muitos de nós, diante da inalcançável perfeição paralisamos ao nos deparar com as nossas limitações.

Não importa se essas limitações são internas (derivadas da nossa essência) ou externas ( derivadas do ambiente no qual estamos inseridos), a questão crucial é que se elas nos paralisam, ficamos privados de desenvolver o nosso potencial e como consequência duvidamos da nossa capacidade.

Dessa forma, entramos num círculo vicioso onde os obstáculos nos conduzem ao ponto inicial da não ação. Quebrar esse círculo pode ser tão difícil quanto permanecer nele, é aquela velha história de sairmos da nossa zona de conforto. Mas e se começarmos a apostar na ideia tangível de que o feito é melhor que o perfeito?

Priscila Lima

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